Review: Samsung LED Smart TV Série 8000 de 55″

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by Mário Nagano on 07/03/2012

Mais do que uma simples TV de tela grande, a Smart TV série 8000 da Samsung vem para disputar com o PC o título de “reizinho da sala” mesmo nesses tempos de internet.

Disponível em três modelos com tela de 46″, 55″ e 60″, a Série 8000 é o modelo topo de linha da Samsung aqui no Brasil e que impressiona pelo seu belo design, qualidade de imagem e recursos embarcados. Tive acesso ao modelo intermediário (UN550D8000YG de 55″), que passou um bom tempo aqui em casa para que pudesse explorar todo o seu potencial.

À primeira vista, o que chama a atenção dessa Smart TV é o seu visual limpo, com uma grande moldura ladeada por uma fina borda cromada.

O único elemento visual que foge dessas linhas retas é um pequeno nome “Samsung” localizado na sua borda inferior que acende quando o aparelho está ligado. Apesar de perceptível, ele não chega a incomodar ao ponto de você querer tampá-lo com um pedaço de fita isolante.

Note que essa TV não possui caixas de som (2x 15 watts) aparentes já que o som sai por baixo do aparelho — uma tecnologia chamada Down Firing Speakers  — que além de tornar os falantes praticamente invisíveis, faz com que o ambiente seja envolvido por um som mais claro e profundo. O sistema ainda conta com tecnologia SRS TheaterSound HD e Dolby Digital Plus / Dolby Pulse.

A Smart TV é formada por dois componentes: a tela propriamente dita e seu suporte de mesa. Como é moda nas TVs topo de linha, de frente a Smart TV é uma impressionante tela de 123,4 cm de largura, 70,7 cm de altura e apenas 2,97 cm de espessura máxima, sendo que em algumas partes essa medida cai para até 1,9 cm.

Outra característica que merece destaque é seu peso — apenas 16,2 kg (só a tela) ou 18,6 kg (com a base) — muito leve para uma TV do seu tamanho e que facilita em muito o seu transporte ou mesmo sua instalação na parede.

Todo esse conjunto fica equilibrado (em apenas um ponto) sobre um sólido suporte de metal que  se fixa ao painel por meio de quatro parafusos. Note que essa base é giratória, o que permite que a tela vire para os lados, facilitando assim o acesso ao seu painel de conectores.

Entretanto o que mais me chamou a atenção dessa base é a maneira com que essa imensa tela não estar apoiada exatamente sobre o suporte e sim numa posição pouco mais para frente e completamente fora do eixo da coluna de sustentação. Quem estudou cálculo de estruturas hiperestáticas nas escola sabe do que estou falando.

Fato é que — à primeira vista — essa montagem não me transmitiu muita confiança, mas com o passar dos dias ela se mostrou bastante firme e estável mesmo quando atingida pelo vento vindo da janela. Observamos porém que apesar dessa base ser boa ela não faz milagres ou seja, nosso conselho que é que você não permita que crianças pequenas (ou gatos mais obesos) se pendurem nela (ou passem por trás, no caso dos felinos).

Tecnicamente falando essa tela LCD com resolução Full HD utiliza um sistema de retro-iluminação a LED o que proporciona um altíssimo nível de brilho,  garantindo assim uma excelente qualidade de imagem mesmo em ambientes bem iluminados. Esse nível de brilho pode ser ajustado manualmente, por meio de perfis pré-definidos ou dinamicamente por meio de um sensor de luminosidade montado no aparelho. Segundo a Samsung, esse aparelho consome aproximadamente 160 watts de energia, mas esse valor pode cair para até 56 watts se o usuário ativar o chamado modo ecológico.

A tela do Smart TV tem resolução Full HD (1.920 x 1.080 pixels) e utiliza uma tecnologia Micro Dimming Pro que produz brancos mais puros e pretos mais profundos para aperfeiçoar o contraste sem reproduzir rastros da imagem…

… para que até o menor detalhe de imagem seja perfeitamente reproduzido.

A Série 8000 também é compatível com o sistema 3D “Ativo” (3D HyperReal Engine) tanto no modo nativo quanto simulado. A seleção desse modo é feita diretamente no menu da TV…

…  sendo que um óculos LCD já acompanha o produto. Pares adicionais podem ser adquiridos a parte pelo preço sugerido de R$ 89:

Sua fonte de energia é uma bateria botão de lítio CR2025 de 3 volts (não confundir com a CR2032, muito usada em placas-mãe de PCs). Alguns podem criticar o fato dessa bateria não ser recarregável, mas a vantagem nesse caso é que caso essa bateria pife, não é necessário ligá-la numa fonte de alimentação e esperar a recarga. Basta trocá-la e voltar ao que interessa.

Apesar de todo o oba-oba na época do seu lançamento quase três anos atrás, ao contrário do que muitos imaginavam, a tecnologia 3D não decolou nem provocou uma explosão em vendas e muitos até já questionam a sua real utilidade e se vale a pena investir nessa tecnologia.

Na minha opinião, o que ainda segura a explosão do 3D nas TVs é a falta de conteúdo de modo que os fabricantes de TVs já cumpriram o seu papel de colocar essa tecnologia no mercado, passando a batata quente para os diretores e produtores de programas que precisam aprender como tirar proveito dessa nova mídia, cujo impacto pode ser o mesmo da transição do filme mudo para o sonoro, do preto e branco para o colorido ou da tela 4:3 para o Cinemascope.

No caso da Série 8000, o 3D para mim é um valor adicional:, quem quiser usufruir desse recurso ele está lá para ser explorado. Mas a minha sensação é que ele oferece tantas outras coisas que não acredito que o 3D seja o seu principal atrativo. Falarei mais sobre isso adiante.

Como é comum nessas TVs de tela fina, os controles dessa Smart TV ficam na lateral do seu canto inferior direito e é formado por sete botões sensíveis ao toque. A partir de cima temos o controle de entrada de sinal (Source), Menu de opções, volume (+/-), sobe/desce canais e o controle de liga/desliga.

Uma sacada muito legal desse controle é que ao tocá-lo, a TV apresenta na tela um painel gráfico que ajuda a localizar a posição do controle desejado, facilitando assim o seu uso mesmo em locais escuros:

 

A parte de trás da Smart TV é bastante limpa, com a maioria dos conectores ao lado esquerdo do aparelho, com exceção da entrada de força. Note que todas as entradas e saídas de sinal estão montadas não na lateral, mas sim dentro de depressões no gabinete…

… isso porque um dos grandes atrativos dessas  TVs finas é a possibilidade de pendurá-las na parede como um quadro. Para isso a Série 8000 possui quatro grandes furos na sua parte central usados para instalar um suporte de parede opcional que a Samsung chama de Suporte Ultra Slim.  

Um detalhe que me chamou a atenção desse aparelho que o quão pequeno e fino é o seu cabo de força, prova de que esse aparelho realmente consome pouca energia — algo como 160 watts no modo máximo e 56 watts no modo econômico — algo notável para uma TV do seu porte.

Seu plug de tomada é do tipo bipolar e compatível com o padrão nacional. A boa notícia é que o aparelho é bivolt automático trabalhando na faixa de 100~240 volts a 50/60 Hz.

Como disse acima, todas as entradas e saídas dessa TV têm saídas para o lado (ou para baixo) e se localizam dentro de uma depressão no gabinete. Note que a Samsung teve a preocupação de identificar claramente a posição e a função de cada porta. O modelo analisado conta com três portas USB, saída de áudio digital (óptico), quatro portas HDMI, video componente, SVGA, Entrada de Som (para ligar o som do PC), duas entradas de antena, video composto + som estéreo, saída de som e porta de rede Ethernet.

Eu particularmente não gosto desse tipo de montagem em especial da posição dos conectores de antena padrão BNC e da entrada SVGA. Note também o uso de cabos adaptadores especiais para permitir a ligação de cabos meio antiquados porém ainda relevantes como o Video Componente e vídeo composto. Note que esse aparelho possui duas entradas de antena: uma para sinal de TV aberta (antena VHF/UHF/SBTVD) e outra para TV a cabo.

Interessante notar que conforme as portas são usadas, elas ficam disponíveis para o usuário no menu de seleção de entrada de sinal, incluindo servidores DLNA disponíveis na sua rede local.

O controle remoto do Série 8000 é um modelo AA59-00433A de desenho bastante convencional e, por causa disso, de uso bastante intuitivo.

A parte superior é dominada pelos controles básico: liga/desliga, seleção de entrada de sinal (source), teclado numérico e controle de volume e troca de canal.

Já na parte central temos acesso as funções mais complexas da TV, incluindo o menu de configuração, botões de navegação e seleção de opções e o acesso as funções inteligentes da TV (SMART). Note a presença dos quatro botões de seleção coloridos que está se tornando padrão em controles de diversas marcas.

Na sua base temos acesso a funções ainda mais sofisticadas como controle de imagem, modo 3D, Closed Caption e botões de controle do reprodutor de mídia, gravador de vídeo, time-shifting.

Uma sacada legal desse controle remoto é que suas teclas são iluminadas. Para usá-las  é preciso pressional o botão  com o ícone da lâmpada que é fosforescente e brilha no escuro…

… para acender as outras teclas.

Interessante notar que os botões de liga, volume e canal possuem pequenos ressaltos em relevo na lateral que na realidade, são caracteres (P, V e C) escritos em Braille.

Interessante observar que, na série 8000, a Samsung já fornece um segundo controle remoto para esse aparelho, modelo RMC-QTD1 (preço sugerido: R$ 299). Apesar dele ser ligeriamente menor que o modelo acima, com as teclas mais apertadas e sem iluminação…

… ele tem a vantagem de vir com um teclado querty completo na sua face oposta, o que facilita a interação com a TV, em especial naquelas tarefas que exigem a entrada de longos  textos, nomes de usuário e senhas.

ZTOP in a Box:

O Ginga em cores e ao vivo!

Já sou usuário do sistema de TV digital aberta (SBTVD) desde o seu início das transmissões aqui em São Paulo, mas como meu conversor de sinal é de primeira geração eu nunca tive a oportunidade de experimentar o Ginga que na época ainda não havia sido completada.

Para quem nunca foi apresentado, o Ginga é um middleware concebido originalmente pela PUC do Rio de Janeiro e a pela Universidade Federal da Paraíba UFPB e que tem como objetivo a possibilidade de implementar aplicações e recursos de interatividade para o nosso sistema de TV Digital. Mas para funcionar na sua plenitude é necessário que o sintonizador digital tenha algum tipo de canal de retorno para o provedor de conteúdo, o que no caso da TV da Samsung é feito por meio da sua conexão de banda larga com a Internet.

 E como isso funciona? Ao assistir um programa de TV digital com Ginga aparece em algum canto da tela um ícone animado (cuja aparência difere de acordo com o programa), informando que o mesmo possui algum recurso de interatividade.

Ai no caso da Samsung basta pressionar o botão Info no controle remoto para termos acesso a página de interatividade do programa:

O que pudemos ver é que as páginas que visitamos esse conteúdo é ainda bem simples, limitando-se a informações estáticas (resumo do programa, personagens, galeria de fotos, próximos capítulos, etc.) e, no máximo uma enquete do tipo sim/não ou de múltipla escolha. 

Digno de nota é perceber que o layout dessas telas podem ser bem personalizadas, abrindo assim grandes possibilidades na criação de conteúdos bem sofisticados:

A impressão que tivemos é que os produtores ainda estão aprendendo a trabalhar com essa nova mídia não tirando o máximo proveito do mesmo. Um exemplo que é sempre citado nas demos de Ginga é uma aplicação de tabela do campeonato de futebol com sistema pontos corridos apresentado durante a transmissão de um jogo, cuja posição dos times sobe e desce a medida que pontos são marcados nesta ou de outras partidas que ocorrem ao mesmo tempo.

Outro recurso muito interessante dessa TV é sua possibilidade de gravar vídeos. Mas para isso é necessário inserir um dispositivo de armazenamento com porta USB para ser formatado em VFAT. E não só isso: Após a formatação o sistema da TV ainda testa a mídia recusando-se a trabalhar com aquelas que não passem pelo seu teste. Como a Samsung Brasil aparentemente não recomenda essa ou aquela mídia para essa aplicação, resta ao usuário recorrer ao velho sistema de tentativa e erro. No nosso caso, fomos bem sucedidos com um pendrive DataTraveler 410 da Kingston.

Com esse recurso habilitado é possível gravar clipes de vídeo (DVR) para assistir depois…

… ou brincar de time-shifting.

Entranto, apesar de tudo isso, o verdadeiro carro-chefe dessa TV é o Smart Hub, uma central de aplicações e de entretenimento que o usuário pode acessar diretamente do aparelho de TV. O seu funcionamento poderia ser comparado ao de um tablet, com o sistema atuando como uma plataforma de computação onde o usuário tem acesso a diversos aplicativos que já vêm pré-instalados de fábrica…

… e assim como o iOS e o Android, o ecossistema da Samsung dispõe de sua própria loja de aplicativos onde o usuário pode baixar mais apps de sua preferência. Como a TV fica ligada na rede local (de preferência numa conexão de banda larga de, no minimo 2 MB/s), quando necessário o sistema baixa e instala automaticamente novas versões do seu firmware.

Interessante notar que a Samsung Brasil conta com uma equipe que trabalha com desenvolvedores locais que incentivam a criação/adaptação de aplicações especialmente voltadas para o nosso mercado (yay!). Por exemplo,  numa das atualizações de firmware que ocorreu durante nossos testes, o sistema baixou e ofereceu uma aplicação para Orkut. Fora isso o sistema já vem com ferramentas para acessar serviços semelhantes como Facebook, Twitter etc.

Entre outras killer-apps disponíveis no Smart Hub estão sistemas de filmes e séries sob demanda, como o Net Movies e o Netflix:

Sistemas de mapeamento como o Apontador que pode ser uma mão na roda — principalmente em São Paulo — para verificar a situação do trânsito antes de sair de casa…

… e o notório Google Maps:

Como era de se esperar, o Smart Hub dispõe de um programa navegador [Modo_autopromoção_descarada_on] onde o usuário pode se informar sobre as últimas novidades de tecnologia no fabuloso site ZTOP [Modo_autopromoção_descarada_off] …

… além de outros serviços de notícias, tempo, vídeo e ticker (barra de notícias na base da tela) fornecido pelo Terra:

Um serviço que considero particularmente interessante — em especial no caso dessa TV — é o Explore 3D:

Trata-se de um serviço de streaming de vídeo que oferece diversos tipos de conteúdo (trailers de filme, clipes de vídeo e até documentários) em 3D, o que pode ser uma mão na roda nesses tempos em que ainda não existe muita oferta de programas e filmes nesse formato.

Outra aplicação interessante é o Skype, onde o usuário pode fazer ligações de voz e até de vídeo diretamente da TV:

Para isso é necessário o uso de uma webcam (opcional) da Samsung modelo CY-STC1100 (preço sugerido: R$ 369) equipado com um sendor de 2 MP (1.600 x 1.200 pixels) para captura de cenas em HD (1.280 x 7.20 pixels) a 30 qps e lente com ângulo de visão de 45º. Ela se conecta com a TV por meio de uma porta USB.

Esse acessório vem equipado dois microfones estéreo (montados em uma grande barra) que quando montada na TV, fica escondido atrás da tela. Curiosamente essa câmera fica no lugar graças ao uso de uma base magnética que gruda na parte de trás da TV.

Se existe uma coisa que poderia precisa ser melhorada no sistema do Smart Hub é seu sistema de entrada de informações alfanuméricas via controle remoto. Eu não sei por que cargas d’água ela conta com dois métodos de digitação: o clássico modo “teclado de telefone” onde o usuário pressiona o botão numérico no controle remoto até que o caractere desejado apareça na tela…

… e um segundo bem mais complicado onde cada número representa apenas um caractere (uia!) de modo que para selecionar mais letas/números é preciso pressionar o botão de Fast Forward ou Rewind (uia! uia!). E tem mais: é necessário pressionar uma terceira tecla para mudar entre os diversos modos de caracteres em caixa alta, caixa baixa, números e caracteres especiais (boo!).

E qual o motivo para isso? Seu palpite é tão bom quanto o meu. :-p

E apesar de todos essas excelentes aplicações, fato é que a lojinha de aplicativos da Samsung tem sua cota de futilidades. Por exemplo, existe uma app que transforma a tela da sua TV num aquário…

… e outro que informa quais regiões da África o usuário tem mais risco de contrair malária durante o ano…

E com relação aos jogos? Bom… o desempenho do processador da Smart TV não me parece ser muito poderoso, de modo que o usuário pode até se divertir com alguns jogos casuais (de preferência jogos de cartas e de tabuleiro) mas não espere muito dos jogos de ação.  Como a Samsung ainda não oferece Need for Speed ou DiRT para Smart Hub, escolhi o jogo mais próximo, ToyCar Racing, para ter uma idéia do seu desempenho nesse tipo de jogo:

Nossas conclusões:

Se escrevêssemos uma lista de desejos com tudo que gostariamos de ter numa TV moderna, é bem provável que a grande maioria dos itens seriam encontradas na Smart TV Série 8000. Ela é grande, possui excelente qualidade de imagem (mesmo em ambientes bem iluminados), relativo baixo consumo, é fácil de ser transportada e incorpora praticamente todos os recursos mais recentes como retro-iluminação a LED, 3D ativo, suporte para gravação de vídeos/time shifting e ambiente de Smart TV.

Ainda mais louvável é perceber é o comprometimento e esforço da empresa em “tropicalizar” sua linha de TVs para o nosso mercado, tanto em coisas simples como incorporar o sintonizador de TV digital com suporte para Ginga até o desenvolvimento de aplicativos, produtos e serviços que atendam ao nosso mercado.

No geral, nossa impressão da Série 8000 de 55″ foi bastante positiva, mas isso não significa que ela é perfeita. De fato algumas coisas — em especial o sistema de entrada de textos via controle remoto principal (AA59-00433A)— me pareceu especialmente enervante devido ao seus dois modos de entrada de dados. Fato é que esse problema pode até ser contornado com o uso do controle remoto alternativo (RMC-QTD1) que, segundo a empresa já vem incluso em todos os modelos dessa série. Além disso, até onde sabemos a Samsung não oferece/lista/informa nenhuma relação de dispositivos de armazenamento recomendados e/ou certificados para serem usados no seu sistema de gravador digital. E olha que ela é uma das maiores fabricante de memórias do planeta e referência de qualidade nesse mercado.

Finalmente, vale a pena investir quase R$ 9.900 nessa TV?  É fato que não se trata de uma TV barata mas o que podemos afirmar é que caso o usuário decida por esse aparelho, acreditamos que ele não terá alguma surpresa desagradável — o que nos dias de hoje é algo muuuito positivo. Fora isso, vale a pena lembrar que a Samsung oferece esse mesmo modelo com tela de 46″  pelo preço sugerido fer R$ 6.699.

 

Resumo: TV Samsung Série 8000 modelo UN55D8000YG

O que é isso? Smart TV com tela LCD-LED de 55″
O que é legal?
 Excelente qualidade de imagem, suporte para 3D, SBTVD e Smart TV.
O que é imoral? O sistema conta com dois sistemas de entrada de textos, selecionar o memory key para DVR é baseado em tentativa e erro.
O que mais?
 A empresa também oferece esse mesmo modelo com tela de 46″ (R$ 6.699) e 60″ (R$ 12.299).
Avaliação: 8,5
 (de 10). Entenda nosso novo sistema de avaliação.
Preço estimado:
 R$ 9.899 
Onde encontrar:
www.samsung.com.br

 

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