Airfryer Philips Walita: Consumo, bacon e outras coisas requentadas

No review da Airfryer Philips Walita, falei do funcionamento básico do aparelho e mostrei algumas coisas que cozinhei na máquina. Agora, é hora de completar o teste: consumo de energia e outras avaliações culinárias (vaigordinho 2, a missão).

Primeiro, o consumo de energia: em uso, a Airfryer consome em torno de 1.100 W. Isso equivale ao consumo de energia de um secador de cabelos ou um ferro elétrico de passar roupas. O consumo aproximado foi medido com um Kill-A-Watt  ligado a um adaptador de tomada – na foto que abre este post, ele mostra o consumo máximo (1.100 W) e, na abaixo, o mínimo medido (1.087 W).

Portanto, fica a recomendação: usar a Airfryer resulta em alimentos fritos sem óleo e muito mais saudáveis, mas sua utilização por tempo prolongado pode trazer aumento na conta de luz no final do mês.

E mais comida: Nagano, meu chapa e consigliere do ZTOP e fã de cachorro quente, me pediu pra cozinhar salsichas. O resultado não foi bom: como a Airfryer esquenta de fora para dentro – diferente de um microondas, que vai de dentro para fora – a salsicha criou uma casca que não ficou nada agradável. No sabor, a salsicha “frita” também foi reprovada: ao cozinhar na água, a salsicha solta tinta e sal, e aqui o sabor salgado se concentrou.

Mas voltando às coisas incríveis feitas na Airfryer, lhes apresento… BACON:

Bacon em tiras, congelado e separado em pedacinhos durante o degelo, sem nada de óleo. Cozinhou na própria gordura, e ficou sequinho e delicioso (ainda acho o bacon do Butchers Market o melhor de São Paulo, mas eles são profissionais, né?)

Com um pouco de azeite, também fritei mandioca cozida em casa. Ainda acho melhor a frita em óleo, mas ficou bem crocante por fora.

Aproveitei pra fazer um hambúrguer de 200 gramas na Airfryer (com um pingo de manteiga pra umedecer). Ficou bom, mas encolheu bastante em comparação ao feito na chapa. Ainda prefiro o feito do modo tradicional.

E outra questão que o Nagano levantou: dá pra esquentar comida na Airfryer e usá-la como um forninho elétrico? Sim! Fiz um lanche de pão + molho de tomate + queijo e ficou bom. Com pão, é preciso tomar cuidado para ele não ressecar demais.

Aproveitei para requentar uma sobra de batata assada da noite anterior, coloquei um pouco de queijo ralado e ficou bem gostoso e crocante.

Agora chega de brincar de AirFryer e deixa eu pensar em voltar pra academia 🙂

 

 

  • Sem

    Qual a diferença entre o Airfryer e o Actifry?

    http://www.arno.com.br/actifry/

  • Marcelomarag

    Adorei o review, o mais sincero e detalhado que achei na net. Mas cheguei a uma conclusão simples e que faz não valer a pena o investimento: Ficou claro que os melhores resultados foram obtidos com produtos congelados, daqueles que se compra em supermercados. Mas esse produtos (como batatas fritas e nuggets), já vem com bastante gordura, portanto, o resultado é parecido com a fritura normal não pela tecnologia usada, mas sim pela presença da gordura no alimento (que não é pouca).

    Tanto é que nuggets de frango eu sempre faço no forno, pois ficam até mais crocantes que fritos em imersão.
    Acho que não compensa.

  • Gente, a melhor explanação que achei foi de um blog
    português, e fala uma coisa muito importante, de que é menos nocivo fritar do
    que fazer alimentos neste produto, lá explica o porquê:

    http://meu-aipim.blogspot.com.br/2011/11/vale-pena-philips-walita-airfryer.html